O amor é como ganhar na loteria, ou ser assaltado. Você nunca espera que seja com você. E então o tão impossível acontece, e você se apaixona. Você começar a ser igual as outras pessoas, boba. Daquelas que quando menos espera, percebe que algo está entalado em seu peito e chora a noite sem ninguém saber. E ri quando lembra da pessoa e começa a perceber o quão perfeita aquela pessoa é para você. Mas uma hora, você se machuca. E desiste de amar, e chora baldes e mais baldes por aquilo. E percebe que o amor é fácil de se sentir, mas é tão difícil de se esquecer. E você por mais que queria esquecer aquele sentimento, evitá-lo, você se vê tão dependente daquela pessoa e tira a conclusão de que isso ira passar uma hora, talvez demore, mais ira passar. E mesmo não querendo relembrar de nada, você se pega lembrando de músicas, de momentos e de risos que te deixam talvez, tão para baixo. Mas o amor é assim mesmo, complicado. Opa, ele não é complicado … as pessoas que são. E enfim, chega uma hora que você se reconstrói e começa do zero de novo, sem amar alguém. Com saudades talvez, mas amar como antes não. E decide que nunca irá mas amar, e que isso realmente não é para você. E quando de repente, você avista um novo sorriso, um novo jeito de andar e de falar, e pensa “não posso amar novamente, eu não quero”. E simplesmente se encanta, mesmo não querendo amar … já amando. Alias o amor é assim mesmo, quando você menos espera ele bate na sua porta e você não tem como fugir dele.
Thiago Krauppe - Escritos de um garoto
Há 6 anos, com 119 notes.
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